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Histórias em quadrinhos facilitam o aprendizado em aula
30 de março de 2012 09h53

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5692937-EI8266,00.html 

 


 

20/03/2012 08h16 - Atualizado em 20/03/2012 15h36

 

 

Quadrinhos digitais vs. quadrinhos físicos: qual a melhor leitura?

 

 

Bernardo Cury Da redação

 

 

A popularização dos tablets, smartphones e leitores digitais abriu uma nova fatia do mercado para quadrinhos digitais. As editoras têm investido muito nesta vertente, mas ainda são poucos os leitores que realmente abriram mão dos quadrinhos físicos. Afinal, qual dos dois funciona melhor e como as principais publicações se adaptaram ao mercado digital?

As editoras americanas estão trabalhando para aumentar os leitores no mercado digital (Foto: Reprodução)As editoras americanas estão trabalhando para aumentar os leitores no mercado digital (Foto: Reprodução)

Recentemente, a Marvel Comics  lançou linha chamada Infinite Comics, com quadrinhos disponíveis exclusivamente para o mercado digital. Os leitores podem comprá-la através de um app online, que também oferece versões digitais dos quadrinhos disponíveis em bancas. Além disso, o lar do Homem-Aranha, Hulk e companhia também lançou Marvel AR, aplicativo de Realidade Aumentada que permite ter acesso a conteúdo extra nas revistas, como making of, novas imagens e comentários dos criadores.

Enquanto isso, a grande concorrente da editora, a DC Comics , também começou a investir pesado na nova mídia. Desde que reformulou suas séries mensais, em agosto do ano passado, a editora do Superman e Batman começou a disponibilizar as HQs digitais no mesmo dia em que as físicas eram lançadas nas lojas.

É esse tipo de iniciativa que fez Marcio Takara , desenhista de Blue Beetle (Besouro Azul), parar a leitura convencional e adotar o tablet. "Eu acho ótimo ler pelo iPad, por causa do tamanho e das cores, que não sofrem alteração na imagem. Por ocupar muito espaço, parei de guardar revistas comigo. O formato digital é perfeito para mim! Zero espaço físico! Nos últimos meses, só tenho lido HQs pelo meu iPad", contou Takara.

Leitura pelo tablet (Foto: Reprodução)Leitura pelo tablet (Foto: Reprodução)

Rod Reis , colorista de séries como Aquaman e Nightwing (Asa Noturna), também faz parte do time dos que trocou o meio físico pelo digital e acredita em uma revolução no mercado. "Nele (meio digital), você pode dar zoom na página e ver os detalhes, além de apps que guiam o leitor quadro a quadro. No tablet, você pode apreciar a arte de uma forma diferente porque você vê de forma mais nítida e com mais detalhes. Acredito que o impacto dessa 'Era Digital dos Quadrinhos' vai ser tão grande que a própria maneira de fazer quadrinhos vai mudar um pouco para se adaptar à nova mídia."

Quem também endossa o coro do meio digital é um dos desenhistas de Deathstroke (Exterminador), Eduardo Pansica , por ser ecologicamente econômico: "a questão ambiental pode fazer as pessoas trocarem o papel pela adesão do tablet. Hoje, elas podem ter o mesmo conteúdo digitalmente sem a necessidade de usar uma árvore sequer."

Porém, mesmo com essas vantagens, Adriana Melo , responsável pela arte de Birds of Prey (Aves de Rapina), não conseguiu abrir mão da leitura dos quadrinhos físicos por considerar o contato muito "frio" entre o leitor e obra. "Sou maluca por tecnologia, gadgets, uma Apple-lover assumida! Mesmo assim, acho que nada ainda substitui a revista de papel e aquela sensação de tê-la em mãos, com cheirinho de nova, recém-tirada do pacote! Curto as duas formas de leitura, mas ainda prefiro a leitura com os exemplares físicos."

Júlio Ferreira, arte-finalista das HQs Stormwatch, Demon Knights e Catwoman (Mulher-Gato), também alerta para as desvantagens, principalmente para os marujos de primeira viagem. "Você tem que tomar um cuidado extra com o manuseio do seu suporte de leitura. Ocasionalmente há problemas de reflexos na tela, comandos involuntários para os menos treinados e coisas do tipo. E leitura por smartphones é mais complicado ainda por causa do tamanho. Só dá para ler um quadrinho de cada vez, no modo automático ou dando zoom e a experiência geral de se ler uma página de quadrinhos se perde".

Além disso, o mercado de quadrinhos digitais ainda não é muito aberto para o público brasileiro. Todos os aplicativos de leitura das editoras estão em sua língua original (inglês) e não existe a possibilidade de selecionar um idioma diferente. O TechTudo entrou em contato com a Panini Comics, editora que publica esses quadrinhos em bancas no Brasil, sobre a possibilidade de lançá-las também digitalmente, mas não houve resposta até o fechamento desta matéria.

E você, já leu quadrinhos pelo tablet ou celular? Qual a melhor leitura?

FONTE: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/03/quadrinhos-digitais-vs-quadrinhos-fisicos-qual-melhor-leitura.html?utm_source=twitter.com&utm_medium=referral&utm_campaign=editorial 

 


 

Educação: produzindo e aprendendo com as HQs

 

 

turma da mônica

Virando as páginas virtuais da revista Carta na Escola, encontrei uma matéria muito interessante e que fez lembrar da minha infância: As HQs entram com tudo na rede. Grande parte do meu gosto pela leitura se deu através de histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, Tio Patinhas, Pato Donald, Mickey, etc. Na adolescência, devorava todos os livros da coleção Vaga-Lume. Títulos como “Um cadáver ouve rádio”, “O escaravelho do diabo”, “Meninos sem Pátria”, “O mistério da Cidade-Fantasma” e “A montanha de Duas Cabeças” despertavam demais a minha curiosidade e eu ficava imaginando milhares de coisas antes de começar a ler. Na matéria, há dicas de como usar as HQs em sala de aula e sites onde os professores e alunos podem produzir suas próprias HQs.

 

“Histórias em quadrinhos podem ser utilizadas em todos os níveis de ensino, mas é preciso definir a faixa etária que trabalhará com elas e as estratégias de abordagem”, afirma. Nas fases iniciais, pode-se trabalhar a compreensão da história, associando textos simples e imagens. Já nas séries subsequentes, o professor pode utilizar quadrinhos que abordem temas estudados na sala de aula, como Geografia, História etc. Em Língua Portuguesa, por exemplo, é possível abordar regionalismos e variantes da linguagem com tiras da Turma da Mônica, ao comparar diálogos do Chico Bento com os de personagens que moram em zonas urbanas. “O professor pode fazer com que os alunos se questionem: por que o Chico Bento fala diferente? É errado?”, relata Vergueiro. De acordo com o professor, os alunos têm pouca resistência ao uso desse meio na sala de aula, pois se trata de um suporte que faz parte do cotidiano do jovem.
Waldomiro Vergueiro Professor na USP e um dos autores dos livros “Como usar histórias em quadrinhos na sala de aula” e “Quadrinhos na Educação”.


Na defesa das histórias em quadrinhos, o professor Waldomiro argumenta que elas “podem ser usadas para despertar o interesse dos estudantes para temas que serão aprofundados mais tarde” e que “os alunos aprendem a ler imagens com as HQs, o que é muito importante, já que estamos na civilização da imagem e somos bombardeados por ela todos os dias”.
Acrescento ao pensamento do professor o fato de que despertam o interesse pela leitura e são bastante agradáveis para as crianças. Tudo é muito colorido, fácil de ler e as histórias são curtas. Conheço muitas pessoas que aprenderam a gostar de ler graças aos "gibis".
Sites para produzir HQs
Dos cinco sites citados na reportagem, experimentei apenas um: o Pixton.  Pode-se escolher os personagens, objetos, fundos do cenário, fontes, número de quadrinhos, etc.Apesar de não ser nenhum Maurício de Souza, resolvi compartilhar o resultado do teste que eu fiz. Se não conseguir ler, clique para ampliar a imagem.

 

HQ_Livros Didáticos_01
Tudo bem…eu sei, eu sei, foi só um teste. Prometo que não faço mais.

Os outros sites são: ToondooStrip GeneratorMakes Beliefs Comix e Strip Creator.Com certeza, é uma forma bem interessante de fazer com que as crianças desenvolvam vários aspectos como a escrita, a criatividade e a interpretação visual.
Quanto à Turma da Mônica, recém descobri que eles cresceram. O diário virou notebook, o Cascão toma banho e o Cebolinha não fala mais "elado".

 


Leia mais: http://www.catablogandosaberes.com.br/2010/03/educacao-aprendendo-com-hq.html#ixzz1oO26LSML

 

fonte: http://www.catablogandosaberes.com.br/2010/03/educacao-aprendendo-com-hq.html 

 

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